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Câmara reduz gastos e economiza mais de R$ 200 mil nos primeiros meses de 2015

Para o presidente, a economicidade é resultado do comprometimento dos vereadores com a sociedade luverdense

  • Publicado em 13/07/2015

Fonte: Ascom Câmara

Autor: Carolina Matter

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Autor da Foto: Tarsila Borges

Anualmente a Casa de Leis recebe da Administração Municipal um montante estipulado pela Lei Orçamentária. Nesse repasse estão os recursos referentes ao duodécimo – o orçamento do Legislativo repassado pelo Poder Executivo.

Sendo assim, a Câmara de Vereadores de Lucas do Rio Verde poderia gastar em 2015 cerca de R$ 7,2 milhões, valor máximo do repasse da Receita Base (Art. 29-A, CF). Mas para este ano, o orçamento previsto no Legislativo é de R$ 3,6 milhões. Mas isso não quer dizer que a Câmara vá gastar todo o montante. Conforme relatório do departamento de contabilidade do Legislativo, nos primeiros seis meses de 2015 foram gastos apenas 44% do previsto para o ano todo, e já é possível perceber uma economia de R$ 204 mil em despesas liquidadas com relação ao mesmo período do ano passado.

Segundo o presidente da Câmara, vereador Dirceu Cosma (PV), a economia se deu principalmente em função do corte de despesas. “Ao assumir a Mesa Diretora percebi que era necessário fazer algumas mudanças para reduzir custos. E uma das medidas foi reduzir a jornada de trabalho para seis horas diárias, o que gerou uma economia que passa de R$ 200 mil em despesas rotineiras, como água e telefone”, comentou.

Dirceu também destacou que essa contenção de despesas não seria possível sem o apoio de todos os vereadores e afirmou que a economicidade é resultado do comprometimento do Legislativo com a sociedade luverdense. “Nós fizemos as mudanças necessárias e o resultado está aí, uma economia que vai beneficiar toda a população”, enfatizou Cosma lembrando que algumas emendas apresentadas à LDO 2016 terão como saída de recursos o orçamento do Legislativo.

Apesar de já demonstrar economia, o presidente da Câmara não descarta uma cobrança mais rígida, se necessário. “Foram apenas seis meses dos 24 que devo cumprir como presidente do Legislativo e se houver necessidade vamos sim frear ainda mais os gastos”, pontuou.

De acordo com Dirceu, ao final do ano, o montante do repasse do duodécimo que não for utilizado pela Câmara voltará aos cofres públicos municipais.

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