Vereadores aprovam repasse de R$ 50 mil para o carnaval de Lucas
Outro projeto que teve destaque foi o convênio estabelecido com a Associação Terapêutica Portal da Sobriedade, na ordem de R$ 60 mil. Este repasse teve aumento de 70% quando comparado com o do ano passado. "Nós aprovamos quase o dobro do valor por que entendemos que esta é uma entidade que atende uma parcela da população que precisa de ajuda. Essa verba irá auxiliar nos trabalhos desenvolvidos pela casa", ressaltou a vereadora Ana Kothrade (DEM).
Em tribuna, vereadores defenderam a posição do pleno do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE/MT) que decidiu por unanimidade aprovar o Parecer nº 108/2011, de autoria do conselheiro Valter Albano, que acaba com a contratação temporária pelas prefeituras de Mato Grosso de agentes comunitários de saúde e de combate às endemias. "Hoje nós temos cerca de 84 agentes de saúde e 31 agentes comunitários de combate às endemias, por lei, eles não podem mais ser contratado. Nós precisamos fazer valer a lei aqui em Lucas. Precisamos tirar o assombro de quando vencer o contrato, esses profissionais serão recontratados ou não. Eles sofrem essa indecisão desde 1997, quando foram contratados", disse o vereador Airton Callai (PSD).
O vereador Márcio Albieri (PSB) também demonstrou-se favorável a posição do TCE/MT. "Desde quando assumimos o mandato, essa é uma bandeira que sempre defendemos. Sabemos que esses profissionais são a ponta da lança, no combate às endemias, a doenças, orientando toda nossa população, então, nada mais justo a efetivação desses agentes que estão trabalhando pelo bem do nosso município", completou Albieri.
Na ocasião, o vereador José Carlos de Oliveira (PR), acrescentou ainda as dificuldades que os profissionais da área da saúde enfrentam para desenvolver os trabalhos em Lucas e um dos pontos abordados foi a falta de equipamentos para a concretização dos serviços com excelência. "A estrutura de trabalho é deficiente. A população cresce rápido e a demanda também. No hospital, por exemplo, há dificuldades de atendimento, não existe UTI. Não existe certas especialidades, então, isso faz com que os pacientes precisem ser remanejados para outros locais, que atendam essas demandas, o que gera outro problema: a locomoção desses pacientes requer mais ambulâncias disponíveis".
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